sábado, 21 de dezembro de 2019

Plano de intervenção: As dificuldades de conviver com as diferenças em sala de aula


Trabalho apresentado durante o I Seminário Regional de Educação e Formação Continuada organizado pelo Cefapro de Primavera do Leste, participaram representantes de escolas da Rede Estadual dos municípios Campo Verde, Gaúcha do Norte, Paranatinga, Poxoréu, Primavera do Leste e Santo Antônio do Leste.   



Luciana da Silva Oliveira¹

Resumo: Por meio do diagnostico observou-se a necessidade de intervir no processo de ensino e aprendizagem para melhorar o mesmo. Neste sentido, o objetivo deste texto, é apresentar a prática de intervenção realizada em sala de aula com alunos do 1º e 2º ano do ensino médio. A intervenção surgiu a partir da necessidade de sanar ou amenizar as dificuldades que os alunos têm de conviver com a diferença e tinha como objetivos específicos: Propiciar ao aluno momentos de interação e socialização através dos trabalhos de pesquisas; promover um café temático; incentivar a empatia através de leitura de textos curtos como poemas que tratam da temática e mediar a confecção de cartazes e desenhos artísticos. Os trabalhos foram realizados de forma interdisciplinar com pesquisas bibliográficas, materiais de pintura, leitura de poemas com temas relacionado ao dia da “consciência negra”, rodas de leitura, debates e café da manhã.Os resultados foram mais do que esperados, pois tanto nas aulas de artes como de língua portuguesa, houve um grande desempenho por parte dos alunos. Todos participaram na interpretação das imagens e das poesias, e com muito talento produziram lindos desenhos artísticos. Sem falar na experiência que adquirimos e que contribuíram para o aprimoramento da nossa prática em sala de aula. Concluímos então que é fundamental a intervenção pedagógica, visto que, é nesse momento que tanto o professor, quanto o aluno vêm a chance de melhorar naquilo que tem dificuldades, tornando assim um ensino/aprendizagem mais significativo.
Perrenoud (2000) coloca que enfrentar o desafio de propor um ensino que respeite a cultura da comunidade significa constatar cada realidade social e cultural com a preocupação de traçar um projeto pedagógico para atender a todos sem exceção.
PALAVRAS- CHAVE: Intervenção, Dificuldades, Diferenças, Sala de aula.


REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Brasil, Estatuto da Criança e do Adolescente- Lei n. 8.069 de 13 de julho de 1990. Brasília: Câmara dos Deputados, 1990.

Brasil, Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-raciais para o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana – Lein.10.639/2003. Brasília: Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial/Secretaria de Educação Continuada/Alfabetização e Diversidade, 2003.

GOMES, N, L. Trabalho docente, formação de professores e diversidade étnico-cultural. In: OLIVEIRA, D. A. Reformas educacionais na América Latina e os trabalhadores docentes. Belo Horizonte: Autêntica,2003.

PERRENOUD, P. Pedagogia diferenciada: das intenções às ações. Porto Alegre: Artmed, 2000.

Projeto de Intervenção Círculos de Construção de Paz







sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

PROJETO VIVÊNCIAS NA LITERATURA - JÚRI SIMULADO


Trabalho apresentado durante o I Seminário Regional de Educação e Formação Continuada organizado pelo Cefapro de Primavera do Leste, participaram representantes de escolas da Rede Estadual dos municípios Campo Verde, Gaúcha do Norte, Paranatinga, Poxoréu, Primavera do Leste e Santo Antônio do Leste.   



 Leônia Souza de Paula 1


O ensino da literatura na escola deve ser abordado como um instrumento motivador e desafiador, capaz de transformar o indivíduo em um sujeito ativo. Partindo desse pressuposto, o presente trabalho tem como objetivo despertar nos alunos o gosto e o prazer pela leitura da obra realista “Dom Casmurro”, de Machado de Assis, reconhecendo assim o gênero romance como fonte de múltiplas informações e entretenimento. Além de compreender a importância da argumentação oral e escrita na defesa de um ponto de vista, bem como relacionar e diferenciar as informações expressas na obra com seus conhecimentos e sua visão de mundo. Proporcionando-os ainda, a vivência prática de um júri simulado como oportunidade de efetivação de conhecimentos culturais, históricos e jurídicos, a fim de garantir a sua formação crítica e emancipadora. Trata-se de um relato de experiência das atividades de intervenção ocorridas nas aulas Língua Portuguesa, a partir da temáticaMetodologia Ativa”, abordada no Projeto de Formação da/na Escola- Secretaria de Educação/MT. O projeto foi desenvolvido na escola Estadual Ulisses Guimarães, situada no município de Campo Verde (MT), no período de agosto a novembro 2019, com as turmas dos 2ºs anos do ensino médio dos cursos técnicos em administração e logística, os quais versaram sobre a dúvida de traição que perpassa a obra machadiana. Contou-se também com a participação dos pais, da equipe pedagógica, do gestor do Fórum e da juíza criminal da comarca do município. Para a coleta de dados valemo-nos da prática metodológica do júri simulado, na qual foi desenvolvida estratégias de ensino/aprendizagem em momentos distintos: explanação, contextualização, pesquisa, diagnóstico e roda de conversa. Realizou-se também, esclarecimento das etapas de aplicação, a escolha dos personagens e papéis do júri. Em sala, aconteceu além da leitura compartilhada, a exibição de outras adaptações cinematográficas e musicais. Na biblioteca, houve outros momentos de leitura, bem como, orientações das produções escritas individuais e coletivas, e por fim, atividades no contraturno, como ensaios, palestra com o gestor geral do Fórum e apresentação final in loco. Os resultados obtidos demonstram a participação e o envolvimento dos discentes, uma vez que estes desenvolveram competências linguísticas, tais como; a capacidade de interpretação, levantamento de hipóteses e diálogo, a partir do aprendizado ativo proporcionado por esta metodologia, ampliando assim, o exercício da oratória, produção de argumentos e contra-argumentos elaborados e diversificados. Conclui-se então, que, com base na percepção e execução de uma proposta ativa, faz-se necessário estimular prática de leitura literária em sala, de forma a ampliar o conhecimento, reforçar a autonomia e a responsabilidade do aluno como sujeito leitor, protagonista da própria aprendizagem.

Palavras-chave: Metodologia ativa. Literatura. Júri simulado.

RELATÓRIO REFERENTE AO PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA: ESTADOS E CAPITAIS DAS REGIÕES DO BRASIL.


Trabalho apresentado durante o I Seminário Regional de Educação e Formação Continuada organizado pelo Cefapro de Primavera do Leste, participaram representantes de escolas da Rede Estadual dos municípios Campo Verde, Gaúcha do Norte, Paranatinga, Poxoréu, Primavera do Leste e Santo Antônio do Leste.

ESCOLA ESTADUAL ARGEMIRO RODRIGUES PIMENTEL
PROFESSORA: SONIA MARIA DE ARAÚJO
DISCIPLINA: GEOGRAFIA


O método de ensino de Geografia tem sido discutido ao longo dos anos e entende-se que é necessário instruir cada vez mais o aluno para não haver uma lacuna em relação ao estudo e compreensão da mesma.
No presente projeto de intervenção foi necessário desafiar à criatividade, a reflexão crítica para que os alunos utilizassem esse mecanismo para estudar com interesse a disciplina em questão.
Diante esse contexto, o objetivo é ensinar de maneira prazerosa onde professor e aluno construam recursos como meios de representação que aproximem cada vez mais da realidade baseada em fundamentação e compreensão crítica e inovadora.
Assim, através de observações diárias pude notar a dificuldade dos alunos em conhecer o nome dos Estados e Capitais das Regiões do Brasil.
Diante essa necessidade desenvolveu-se um trabalho intensivo, de forma significativa e criativa como: caça palavras, cruzadinhas, adivinhas e produções de poemas.
Houve um encaminhamento para que os educandos utilizassem a localização dos estados e das capitais no mapa geográfico/político, no google maps, leitura e interpretação dos mesmos e apresentação dos poemas.
O resultado tem sido satisfatório uma vez que se faz necessário não deixar de intervir constantemente sobre o assunto, posteriormente deve ser desenvolvida outras atividades, de modo que os alunos relembrem e apoderem de bons aprendizados.

Palavra Chave: Alunos. Estados. Capitais.


REFERÊNCIAS

ARRUDA, Zuleica Alves. As  “agro cidades” e as interfaces entre o mundo rural e urbano: repercussões sócio espaciais do agronegócio no território Mato-Grossense. In: ROMANCINI, Sonia Regina (Org.). Novas territorialidades nas Cidades Mato-Grossenses. Cuiabá-MT: Editora EdUFMT, 2009.

BERBEL, N. As metodologias ativas e a promoção da autonomia dos estudantes.Ciências Sociais e Humanas, Londrina, v. 32, n. 1, p. 25-40, 2011.


RELATÓRIO DO PROJETO PLANO DE INTERVENÇÃO MATEMÁTICA

Trabalho apresentado durante o I Seminário Regional de Educação e Formação Continuada organizado pelo Cefapro de Primavera do Leste, participaram representantes de escolas da Rede Estadual dos municípios Campo Verde, Gaúcha do Norte, Paranatinga, Poxoréu, Primavera do Leste e Santo Antônio do Leste.


ESCOLA  ESTADUAL CAMPO ARGEMIRO RODRIGUES PIMENTEL
DISCIPLINA: MATEMÁTICA
PRFº: JOSÉ FÉLIX GOUVEIA



Aos dezesseis dias do mês de abril de dois mil e dezenove, estudando o conjunto dos Números Naturais abordamos a importância e a valorização da presença dos números no nosso cotidiano. Uma dessas valorizações foi em especial na seção tratamento da informação quando estudamos tabelas e gráficos. Para melhor compreensão da leitura, interpretação e montagem de gráficos decidimos fazer quatro pesquisas: “Qual seu time preferido? Faz os deveres de casa com frequência? Qual seu animal de estimação? E a última pesquisa: Você sabe a tabuada do dois ao nove?
Os alunos foram divididos em equipes de quatro e cinco alunos para coletar os dados, estudar, compreender e construir o gráfico de acordo com os resultados das pesquisas.
Na pesquisa qual seu time preferido, o time com maior frequência foi o Flamengo, na pesquisa, qual seu animal de estimação, teve maior frequência o cachorro, na pesquisa, faz os deveres de casa com frequência, apenas um aluno respondeu que não realizavam os deveres de casa. Já na pesquisa, você sabe a tabuada do dois ao nove, dos 110 alunos entrevistados 66 disseram não saber toda a tabuada.  A partir dos resultados os alunos montaram os gráficos de acordo com o resultado de cada pesquisa. Após a construção dos gráficos foram apresentados em todos os campos da coleta dos dados.
 A pesquisa sobre a tabuada chamou atenção pelo número de docentes que disseram não saber toda a tabuada; diante desse resultado resolvemos ampliar este estudo com os alunos. Assim dividimos a turma em equipes para tomar a tabuada através de perguntas e respostas. Vale ressaltar que antes do diagnóstico, os alunos passaram de sala em sala estipulando um tempo para estudo da tabuada. Após o diagnóstico, dos 66 alunos que disseram não saber toda a tabuada, a frequência caiu para 21 alunos, isso significa que tivemos mais de 68% de aproveitamento nesta primeira etapa do projeto.
            Com os 21 alunos que continuam apresentando dificuldades com a tabuada os alunos estarão preparando: jogos de dominó, material dourado e bingo, se preciso for estarão construindo a tabuada com estes alunos para proporcionar a eles uma compreensão e memorização da tabuada. Estes materiais serão preparados pelos alunos e separados de acordo com o nível de conhecimento da tabuada de cada aluno.
            Com o desenvolvimento do projeto, os alunos têm aumentado a capacidade de raciocínio, apresentando melhores resultados nas resoluções de atividades e situações problemas propostos. Outro aspecto importante do projeto é a socialização e o cooperativismo dos alunos com as demais turmas.

Palavra Chave: Diagnóstico, Tabuada, Docente .



REFERENCIAS
BANDEIRA, F.A. Pedagogia etnomatemática: uma proposta para o ensino de matemática na educação básica. Revista Latinoamericana de Etnomatemática, 5(2), 21-46, 2012.
BERBEL, N. As metodologias ativas e a promoção da autonomia dos estudantes. Semina Ciências Sociais e Humanas, Londrina, v. 32, n. 1, p. 25-40, 2011.

Relatório final do plano de intervenção do Projeto de Formação da/na escola 2019 “ Campanha Prato Limpo”

Trabalho apresentado durante o I Seminário Regional de Educação e Formação Continuada organizado pelo Cefapro de Primavera do Leste, participaram representantes de escolas da Rede Estadual dos municípios Campo Verde, Gaúcha do Norte, Paranatinga, Poxoréu, Primavera do Leste e Santo Antônio do Leste.





Escola Estadual Campo Argemiro Rodrigues Pimentel
Profissionais da área 21: Nutrição



Enquanto milhões de pessoas passam fome em nosso país e no mundo, desperdiçamos quilos e quilos de alimentos diariamente, muitas vezes por não sabermos aproveitar bem tudo que está à nossa disposição.
Diante disso, surgiu a necessidade de conscientizarmos os estudantes que almoçam na escola, sobre a importância de uma alimentação saudável e do não desperdício de alimentos, tanto na escola, como em casa.
Nós, Alda Teles de Oliveira Dourado; Maria dos Anjos Oliveira Amaral e Raquel Carlos de Assis, da   Escola Argemiro Rodrigues Pimentel, fazemos   parte   do Apoio/Nutrição escolar e resolvemos aderir a uma campanha à qual nomeamos de “Campanha Prato Limpo” quando percebemos que as crianças estavam desperdiçando muito alimento durante as refeições.
Com o intuito de contribuir com essa demanda educativa, desenvolvemos o plano de intervenção pedagógica no qual tivemos a ideia   de construir cartazes   para incentivá-los o valor dos alimentos, mostrando que a cada colher de comida jogada, ao final do mês conseguiremos   alimentar uma grande quantidade   de pessoas.  Juntamos   todas    as   turmas e   explicamos os valores   dos alimentos, a importância de colocar só o que vai comer, nem que volte duas ou mais vezes para   repetir, mas que coma tudo.
          Nossa expectativa era alcançar 100%   de desperdício, porém não foi possível, mas ficamos felizes   pois   obtivemos   um resultado de quase 90% de satisfação, onde as crianças não jogam mais uma grande quantidade de alimento no lixo. Afinal o único destino das sobras de comida é o lixo.

Palavra Chave: alimentos, alunos, desperdício.

REFERENCIA

BERBEL, N. As metodologias ativas e a promoção da autonomia dos estudantes. Semina Ciências Sociais e Humanas, Londrina, v. 32, n. 1, p. 25-40, 2011.
BLOOM, B.S. HASTINGS, J. MADAUS, G. Manual de avaliação formativa e somativa do aprendizado escolar. São Paulo: Livraria Pioneira Editora, 1971.


Ensino Aprendizagem nos Gêneros Textuais

Trabalho apresentado durante o I Seminário Regional de Educação e Formação Continuada organizado pelo Cefapro de Primavera do Leste, participaram representantes de escolas da Rede Estadual dos municípios Campo Verde, Gaúcha do Norte, Paranatinga, Poxoréu, Primavera do Leste e Santo Antônio do Leste.

A IMPORTÂNCIA DOS GÊNEROS TEXTUAIS E JOGOS PARA A CONSTRUÇÃO DO SABER

Trabalho apresentado durante o I Seminário Regional de Educação e Formação Continuada organizado pelo Cefapro de Primavera do Leste, participaram representantes de escolas da Rede Estadual dos municípios Campo Verde, Gaúcha do Norte, Paranatinga, Poxoréu, Primavera do Leste e Santo Antônio do Leste.



ENSINO APRENDIZAGEM NOS GÊNEROS TEXTUAIS

Trabalho apresentado durante o I Seminário Regional de  Educação e Formação Continuada organizado pelo Cefapro de Primavera do Leste, participaram representantes de escolas da Rede Estadual dos municípios Campo Verde, Gaúcha do Norte, Paranatinga, Poxoréu, Primavera do Leste e Santo Antônio do Leste.


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ENSINO APRENDIZAGEM NOS GÊNEROS TEXTUAIS
Docentes: Cássia Félix Pereira, Karine Luiza Biguelini, Keyla Nunes Barbosa Santome, Marina Luiza Dourado, Márcia Helenna Barbosa de Oliveira e  Verenice  Fátima Lima de Souza
EE Monteiro Lobato

Introdução
Por meio de avaliações internas, detectou-se que os alunos dos anos finais do Ensino Fundamental e alunos do ensino médio apresentam dificuldades na leitura e interpretação de textos, sendo necessária uma intervenção pedagógica. Além de leitura e a escrita presentes no cotidiano escolar, foram observados relatos de dificuldades no processo de ensino e aprendizagem interdisciplinar.
Objetivos
Elevar os níveis de proficiência dos alunos em leitura e interpretação de textos.
Metodologia
As atividades foram desenvolvidas no mesmo turno de trabalho, realizados no mesmo horário da aula, com todos os alunos da turma, viabilizando uma atividade conjunta de trocas de aprendizados e interação.
                              Alguns meios metodológicos são propostos como leitura, interpretação textual  e jogos matemáticos para que esses alunos possam buscar o caminho educacional sem perder o foco que é o ensino.

v  Oficina de poemas, poesias, histórias em quadrinho, fábula, charge, gráficos e problemas matemáticos;
v  Roda de Conversa;
v  Apresentação e discussão do material pesquisado;
v  Jogo de junção de palavras estranhas;
v  Criação de histórias em quadrinhos a partir do sócio histórico ideológico cultural;
v  Explicação ao aluno sobre a importância de ler bons livros, revistas e jornais;
v  Visitação a bibliotecas;
v  Leitura e interpretação de fábulas;
v  Atividades de produção com auxílio de charges;        
Atividade diversificada com operações matemáticas e situação problema;
Resultados
Espera-se que os alunos envolvidos tenham suas dificuldades de leitura e interpretação sanadas, e consequentemente a elevação de seus níveis de proficiência. Elevar os níveis de proficiência dos alunos em leitura e interpretação de textos.
Conclusões
O processo de ensino-aprendizagem precisa integrar experiências e conhecimentos a serem alcançados para que no final, possa realmente refletir na avaliação e na metodologia. O ensino fundamental conta muito com algumas metodologias para que o aluno possa desenvolver sua atividade de maneira dinâmica, lúdica e prazerosa. O professor deve buscar interagir com seu alunado a partir do sócio histórico ideológico cultural o qual ele se adentra no mundo escolar.
Referências
BAGNO, Marcos. Pesquisa na escola: o que é como se faz. São Paulo: Edições Loyola, 2004
TRAVAGLIA, L. C. Gramático ensino plural. São Paulo: Cortez, 2011.




A IMPORTÂNCIA DOS GÊNEROS TEXTUAIS E JOGOS PARA A CONSTRUÇÃO DO SABER

Trabalho apresentado durante o I Seminário Regional de  Educação e Formação Continuada organizado pelo Cefapro de Primavera do Leste, participaram representantes de escolas da Rede Estadual dos municípios Campo Verde, Gaúcha do Norte, Paranatinga, Poxoréu, Primavera do Leste e Santo Antônio do Leste.
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Docente: Sílvia Letícia da Silva – EE Monteiro Lobato
Introdução
O texto que segue traz relatos de experiência do Plano de Intervenção Pedagógica de algumas atividades aplicadas na turma do 3º Ano do Fundamental I, vespertino, da Escola Estadual Monteiro Lobato, sobre A importância da utilização de gêneros textuais e jogos em sala de aula para a construção do saber, sob a Gestão da professora Mariza Correia.  Orientação, da coordenadora Zeruia Morais Vieira e das formadoras do CEFAPRO Janaína Szpakowski e Giselle de Paiva Silva do polo de Primavera do Leste, MT.
Objetivos
BNCC ANOS INICIAIS: (EF03LP12) Ler e compreender, com autonomia, cartas pessoais e diárias, com expressão de sentimentos e opiniões, dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, de acordo com as convenções do gênero carta e considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto.
v             LIVRO DIDÁTICO: (EF35LP05) Ler textos de diferentes extensões, silenciosamente e em voz alta, com crescente autonomia e fluência (padrão rítmico adequado e precisão), de modo a possibilitar a compreensão.
v             DIREITO DE APRENDIZAGEM: (SigEduca): 182 - Reconhecer a finalidade do texto.
v             DIREITO DE APRENDIZAGEM: (SigEduca): 180 - Lê com fluência.
Metodologia
Desenvolvemos primeiramente pesquisas de referenciais teóricos para a realização da Intervenção conciliando com a prática. Durante o Projeto, a professora pesquisou vários livros de Literatura Infantil do FNDE entre outros, na Biblioteca da escola e solicitou que cada aluno escolhesse diariamente um livro de seu interesse naquele momento e o  lesse com a família, quando estivessem reunidos. No dia seguinte cada educando relatava de forma breve o que compreendeu para os demais colegas e a professora. Já em relação aos jogos pedagógicos manipuláveis, foram desenvolvidos em sala de aula em grupos.
Resultados
Desta forma, através deste trabalho foi possível ampliar o conceito sobre o tema: A importância da utilização de gêneros textuais e jogos em sala de aula para a construção do saber.    Além disso, o Projeto de Intervenção possibilitou aproximação dos objetivos propostos, uma vez que a educação e a aprendizagem estão sempre em constante processo de transformação.  Em suma, as atividades lúdicas e interdisciplinares permitiu a professora concentrar ainda mais seus esforços e entrar em contato com o mundo da criança. Despertando o interesse dos alunos nos conteúdos do dia- a- dia e situações problemas a partir de jogos pedagógicos didáticos, envolvendo: o faz de conta, bingo do alfabeto, palavras e frases. Como também a utilização do dominó de palavras verbal e não verbal, divisão de sílabas, associação e formação de palavras, frases e textos para a realização de leituras. Nesse sentido, os alunos e os pais, contribuíram de forma significativa para o desenvolvimento do projeto.

Conclusões
O Projeto de Intervenção possibilitou ampliar e inovar a prática pedagógica, buscando novos horizontes para que cada aluno pudesse ampliar seu conhecimento por meio de Gêneros textuais, a partir da linguagem verbal e não verbal. Foi solicitado ainda aos alunos que trouxessem os livros literários de seu acervo pessoal, para socializar e emprestar entre os colegas da sala de aula, tornando assim o ato de ler mais atrativo. Do mesmo modo, destaco a realização do trabalho envolvendo jogos pedagógicos como instrumento de grande potencial para a aprendizagem da Língua Portuguesa (Leitura e Escrita).
Em linhas gerais, o plano de  intervenção pedagógico, também foi ministrados oralmente de forma transdisciplinar, envolvendo além das  Áreas de Linguagens,  incluíram-se, as Áreas de Ciências Naturais e Ciências Humanas, de acordo com a carga horária semanal. 
Referências
IVIC, Ivan. Lev Semionovich Vygotsky. Editora Massangana. Recife, 2010.
MATO GROSSO. Documento de Referência curricular para Mato Grosso. Concepções para a Educação Básica, 2018.
MATO GROSSO. Orientativo do Projeto de Formação da/na escola. SEDUC . Cuiabá, 2019.
MUNARI, Albert. Jean Piaget. Editora Massangana. Recife, 2010.
SOARES, Magda. Alfabetização e Letramento. Contexto. São Paulo, 2003.